05
Apr

Novo amor da Zahrinha: Snoopy and Charlie Brown – Peanuts, O filme (resenha)

Oi gente, tudo bem?

Ah! Como eu sinto saudade de quando meu único compromisso era acordar cedo de manhã, correr para o sofá e assistir desenhos animados até não aguentar mais. E quando tinha filme de animação na sessão da tarde não dava nem vontade de ir para a escola 🙂 Se tem uma turminha que eu amava de paixão, era Snoopy, Charlie Brown, Patty Pimentinha, Lucy… E todos os demais.

E, a paixão por desenhos animados está passando de mãe para filha porque a Zahrinha para tudo que está fazendo só para assistir desenhos. Tem horas que ela não quer nem que a gente fale com ela durante seus desenhos favoritos que é para não perder nenhum detalhe. Dorme com um barulho desse kkkk.

Desde que coloquei Snoopy and Charlie Brown – Peanuts, O filme, ela gamou de um jeito que não quer mais parar de assistir. Quando eu pego no notebook ela já começa:

“- Can we watch Charlie Brown, please?” (- Vamos assistir Charlie Brown, por favor?)

Tem quem resista a um pedido desses?Não né?

Para quem ainda não assistiu eu super indico. O filme é lindo e intercala as cenasengraçadas do Charlie e sua turma as pequenas enquetes de aventura ‘escritas’ por Snoopy (no melhor estilo cinema mudo) contra o Barão Vermelho. O longa é na verdade uma história sobre amizade. Ensina como ser honesto é mais importante que mentir para ser bem sucedido, e como ser você mesmo é sempre a melhor opção. Na verdade existe uma mensagem muita bonita que até as criancas menores conseguirão captar.

Peanuts, O filme e uma animação para toda família. Acredito que muitos leitores do blog ja assistiram o longa, mas para aqueles que ainda não assistiram e gostam de uma boa animação vale muito a pena. Se voce tem filhos tenho certeza que eles irão amar ver as presepadas do Charlie Bronw e sua turma.

08
Mar

Se valorize e aprenda a dizer não! 

Oi gente, tudo bem?

menina

A Zahrinha está numa fase onde a palavra ‘não’ é doce na boca dela. Tem horas que chega a ser irritante a quantidade de ‘nãos’ que ela dá. O não serve tanto para respostas positivas quanto para as negativas. Às vezes fica até difícil de lidar.

Isso me fez pensar sobre a dificuldade que nós mulheres temos em dizer não de vez em quando (ou o tempo todo). A maioria de nós acha que ser “agradável” é dizer sempre sim. Acham que se disserem um não podem ser criticadas e até mesmo desprezadas. Devido a isso acabam tornando-se permissivas aceitando relacionamentos abusivos, traições, humilhações, acreditando que assim serão vistas pelos demais como uma mulher legal e agradável de se ter por perto.

Na verdade essa atitude só mostra que você é uma mulher insegura que precisa da aprovação dos demais para se sentir aceita, amada e admirada. O medo de ficar sozinha faz com que você aceite relacionamentos abusivos repletos de humilhações e traições que só trazem dor e sofrimento. Isso inclui relacionamentos amorosos, amizades e até mesmo no ambiente de trabalho. A partir do momento que você é a única que cede o tempo todo ou se anula para satisfazer as demais pessoas é melhor começar a repensar se o relacionamento em questão vale mesmo pena.

Ok! Mas, como aprender a dizer não depois de uma vida inteira se submetendo a abusos inexplicáveis? É simples! Se olhe no espelho e veja o que você se tornou. Fale com sua imagem refletida no espelho, vá fundo e descubra o que a levou a se tornar essa pessoa que você é hoje e corra atrás do prejuízo. Busque a cura para as dores, traumas do passado, mágoas, rancores, medos… Enfim, liberte-se de tudo aquilo que te aprisiona. Se ame! Se valorize! Se afaste de quem te faz mal! Perdoe! Converse com seu parceiro e seja sincera, se não resolver, talvez seja a hora de dar um basta. Melhor sozinha que mal acompanhada! Se você tem problemas com amigos, talvez seja a hora de se afastar de quem te faz mal e fazer novos amigos que te respeitem e valorize. Se o problema está no ambiente de trabalho tente resolver da melhor forma possível ou comece a procurar um novo emprego. Às vezes é melhor abrir mão agora que sofrer muito mais depois. De a volta por cima menina!

Eu consegui vencer meus medos, traumas, dores, mágoas e toda a sorte de mazela interior através da fé em Deus. Busquei nEle refúgio e me libertei das cadeias que me aprisionavam. Também dei um basta em tudo que me fazia mal. Quem sabe não chegou a hora de você também se voltar para Ele?

FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES!!

Foto by Google
07
Feb

Fazendo do limão uma limonada 

Oi gente, tudo bem?

amor de mae

Acho que não tem coisa pior para uma mãe que ver seu filho doente. Quando eu era pequena tive catapora, caxumba, rubéola… E tudo quanto é milacria que uma criança pode ter. Sofri um bocado, mas no final das contas foi bom ter tido tudo isso na infância porque ganhei imunidade e não corro mais riscos.

Lembro que minha mãe ficava aflita correndo de um lado pra outro para dar conta de mim e do meu irmão. Coitada! Ela inventava mil coisas na cozinha para tentar me fazer comer (coisa que, na maioria das vezes não funcionava muito) e ainda tinha que correr atrás do meu irmão que era um pimentinha 🙂

Deixando as lembranças e o momento nostalgia um pouco de lado, essa semana foi a minha vez de ficar aflita correndo de um lado para outro com a Zahrinha. Na segunda-feira ela chegou da escola toda molinha e com febre. Foram três dias de febre altíssima e então umas bolinhas vermelha surgiram nas mãos, rosto e lábios. Levamos no GP (médico de família aqui) e ele disse que ela estava com uma virose. Como ela não estava conseguindo comer e beber nadica de nada, eu resolvi levá-la no hospital e a médica também disse que era uma virose bem comum. O problema é que nem a pediatra no hospital e nem o GP explicaram que tipo de vírus ela tinha.

Então, no dia seguinte ela acordou com o corpo cheio de bolinhas vermelha. E eu lerda, nem percebi que ela estava com catapora. Na verdade eu achava que era rubéola. Foi preciso ligar para minha mãe e ouvi-la dar o ‘diagnóstico’ da Zahrinha rindo. Ela explicou que o vírus da varicela/catapora é bem típico do inverno e também me explicou sobre os sintomas e cuidados que devo ter com minha pequena até ela ficar boa.

Meu filho mais velho (18 anos) também teve catapora quando era bebê. Mas, quem disse que eu lembrava? Se bem que isso aconteceu lá por volta de 1900 e bolinha 🙂 não tinha como lembrar né?

Mas, como eu tenho procurado ver o lado positivo em todas as situações em minha vida, estou aproventando esses dias de molho em casa para mimar meu marido e minha filha, ler, assistir filmes, atualizar o blog e fazer tudo que está na minha listinha de pendências.

Vou fazer do limão uma limonada. Literalmente!

vem me seguir no

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