03
Oct

Grav Grav – Bolsas de madeira decoradas com bordados em ponto cruz

A bolsa é um acessório indispensável na vida de toda mulher. Além de dar um verdadeiro up no visual, ela também serve para carregarmos um pouco do nosso mundo conosco. Fotos, cartões, dinheiro, maquiagem, celular, carteira, perfume, remédios… e todo o tipo de tranqueira cabem dentro da bolsa de uma mulher. De couro, tecido ou camurça, elas – literalmente – guardam um mundo dentro de si.

O amor de Merve Burma pela natureza a inspirou a criar bolsas de madeira decoradas com bordado de ponto cruz. Os bordados inspirados nas plantas, frutas, flores e formas da natureza dão graça as bolsas. Com sede em Istambul na Turquia a fundadora da Grav Grav está fazendo o maior sucesso com suas bolsas de madeira bordadas e lisas com apliques de couro colorido.

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 Fotos via Grav Grav 
26
Sep

E depois de tantas primaveras…


Sábado (23/09) foi meu aniversário. E depois de tantas primaveras, acho que passei da época de me preocupar com a idade. Lembro das vezes que surtei diante do espelho porque as marcas do tempo estavam cada vez mais visíveis. Uma ruguinha aqui, uma gordurinha ali, uma flacidez acolá, e lá se vai a juventude se escorrendo pelo ralo. Vamos combinar que não é tão fácil assim se aceitar envelhecendo, né? Tinha dias que eu passava horas sonhando em fazer muitas umas cirurgias plásticas e ficar toda esticadinha novamente. Passado o surto, deixei de me importar tanto com a aparência externa e passei a cuidar melhor do meu interior. Entendam, eu não estou dizendo que nunca farei uma cirurgia plástica, mas isso já não é mais uma prioridade na minha vida.

Muitas coisas aconteceram nesse ano que passou. Passei por momentos difíceis como o infarto do meu marido em novembro do ano passado, mas também tive momentos felizes como a cura (pela fé) comprovada do problema renal que eu tinha e o sumiço de dois cistos benignos na tireoide. Fiz novos amigos, conheci lugares incríveis, errei e acertei, sorri e chorei, algumas vezes me arrependi de ter falado demais e em outras de ter falado de menos, venci meus medos, quebrei paradigmas e aprendi que devo viver minha vida sem me importar tanto (ou quase nada) com a opinião alheia. Também perdoei mais e amei mais. 

Acho que na maturidade aprendemos a nos aceitar sem neuras. Os anos a mais indicam experiência e não devem ser encarados como algo ruim. Afinal de contas estamos vivas e saudáveis! Ao invés de ficar reclamando devemos agradecer a Deus por nossas vidas. Afinal de contas, acho que todas nós temos motivos de sobra para agradecer, seja pela saúde, família, sucesso, conquistas, por termos um lar e um cobertor quentinho para nos aquecer no inverno, pelo alimento que (bom ou ruim) não nos falta a mesa… e por todas as bênçãos que são derramadas em nossas vidas diariamente. 

Se eu pudesse dar um conselho as mulheres de 20, 30, 40, 50… diria para elas que aprendam a se aceitar e vivam suas vidas de forma intensa porque ela passa muito rápido. Reclame menos e agradeça mais. Ame mais, perdoe mais, sorria mais, brinque mais, se cuide mais, e seja feliz sem invejar os demais. Não seja tão dura consigo mesma porque as pessoas já fazem isso por você. Não fique fazendo comparações com os outros porque cada um de nós somos únicos e temos nossas próprias características que nos fazem diferentes uns dos outros. 

E que meus 39 anos seja de muitas bençãos, conquistas e livre de mimimi. 

PS: Esse post saiu atrasado porque essa semana foi puxada. A Zahrinha teve uma irritação no olho e precisou de 1000% da minha atenção. Graças a Deus já está tudo bem 🙂 

Foto 1 Tumblr, Foto 2 acervo pessoal 

19
Sep

Amizade não se compra, se conquista

Oi gente, tudo bem?


Em novembro de 2012 cheguei na Irlanda com duas malas e muitos sonhos. Queria casar, trabalhar, fazer novos amigos, viajar o mundo… Casei e engravidei. Trabalhar e viajar ficaram para depois. Não que eu não pudesse ser mãe e trabalhar ao mesmo tempo, ou que meu marido me proibisse de trabalhar. Não! Eu escolhi ficar em casa cuidando da minha pequena. Queria poder participar do seu desenvolvimento no dia a dia. As viagens foram adiadas porque viajar o mundo com uma criança pequena não é tarefa fácil e eu não iria dar conta. Juro que não iria!

Tinha dias que eu amava a Irlanda, já em outros odiava tudo. Alguns dias apenas reclamava e chorava a dor da saudade da família e dos amigos tão queridos que ficaram do lado de lá do Atlântico. Na verdade eu queria uma ou duas amigas brasileiras aqui onde moro para que juntas pudéssemos tomar um café e dar boas risadas.

Gastava horas nos grupos do facebook tentando encontrar uma brasileira que morasse na cidade onde moro. Distribuía gentilezas e simpatia que acabavam soando exageradas, só para ter um pouco de atenção e amizade. Até que chegou um dia que eu cansei dessa vida de ficar por aí mendigando amizade. Passei a gostar da minha companhia e aprendi a apreciar a companhia da minha filha. Hoje em dia não vejo problema algum em ir sozinha as compras, restaurantes, cafeterias, ou em qualquer outro lugar. Já fui até mesmo no cinema sozinha e aproveitei muito. A Zahrinha além de ser minha companheirinha nos passeios, também é minha malinha sem alça temperamental que dá um trabalho, ufa! Quando ela cisma com alguma coisa sai de baixo porque o choro é ensurdecedor e o melhor é vir para casa rápido.

PS: Essa foto foi feita há umas duas semanas quando fomos todos a um coffe shop onde estavam pintando o rosto das crianças. A Zahrinha ama tigre e foi decidida a se tornar um tigre kkk. Depois ficou o tempo todo imitando um tigre e rindo muito.

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