25
Jul

Amor de mãe

Há três anos atrás quando descobri que estava grávida levei um choque. Lembro que ter mais um filho (ou filha) não  fazia parte dos meus planos. Eu já estava acostumada a viver a vida devagar, sem muitas responsabilidades.

Entrei no banheiro com um teste de gravidez e uma incerteza. Sai de lá aos prantos. Não podia ser verdade o que aquele teste me dizia. A ficha só caiu quando fiz o primeiro ultrassom com 8 semamas de gravidez e pude ver que uma pessoinha pulava dentro de mim. Uma coisinha tão pequenininha, indefesa e dependente. Naquele momento o amor de mãe aflorou e veio com força total.

Foi uma gravidez difícil e cheia de complicações. Depressão fortíssima, dores, dez infecções renais, repouso absoluto, anemia e uma ansiedade sem fim. Mas, cada vez que ela mexia dentro de mim me confortava e fortalecia.

Zahrah nasceu prematura, pequenininha, frágil, tão linda que eu não parava de admirar.

O pós parto da cesariana sozinha em um país estranho foi difícil. As horas a fio em que ela gritava com cólicas foram castigantes. Cuidar da Zahrinha em tempo integral e sozinha foi exaustivo. Não vou ser hipócrita e dizer que sinto falta do barrigão pesado da gravidez com todo desconforto que ele trás, porque eu  não sinto a mínima falta. Também não tenho saudades da época que ela era um bebê bem pequerrucho, porque também não tenho. Mas, posso dizer sem culpa que curti cada momento, que amei e amo demais a minha bonequinha linda, que quero mais é que ela cresça e se torne exatamente aquilo que Deus planejou para ela.

Minha bebezinha está crescendo e se tornando uma menina linda e muito esperta. Ela completou 3 anos no sábado passado (23/07). Este ano não fizemos festa. Nós a levamos a um café onde tem um playground maravilhoso com obstáculos e piscinas de bolinhas. Almoçamos fora e ainda comemos bolo prestígio feito por mim. Ufa! Foi um dia bem cansativo e muito divertido.

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